Jyotish é, ASTRONOMIA & Hinduísmo é. CIÊNCIA.
- Suô

- 2 de fev. de 2022
- 8 min de leitura
“O Senhor Viṣṇu, que é a fonte de conhecimento e bem-aventurança transcendental, assumiu a forma de Śiśumāra no sétimo céu, que está situado no nível mais alto do universo.
Todos os outros planetas, começando com o sol, existem sob o abrigo deste sistema planetário Śiśumāra.”
Cada yuga tem seu próprio dharma, para as pessoas alcançarem a liberação. Os caminhos para a liberação em cada yuga levam em conta o caráter geral das pessoas que vivem nas respectivas yugas.
Assim, em Satya ou Krita yuga, dhyana (que não é a mesma coisa que meditação) era o modo prescrito; agora dado o nível elevado da yuga para a pratica de dhyana, imagina a pretensão da mente em kali yuga dizendo que “medita”. Não gente não medita. Relaxa, descansa, sossega, acalma, respira, mas, não existe nenhum estado da mente parecido com o que é dhyana.
em Treta yuga, yagya (sacrifício) no fogo eram prescritos. Atenção aos ignorantes não é sacrifício de animal são reações qumicas que acontecem nas temperaturas e nos elementos que são submetidos ao fogo. Ciência Védica e não, mística védica.
para Dwapara yuga, archana rituais complexos com formas cores e sabores presentes foi prescrito;
para Kali yuga é sankeerthanam, a recitação dos nomes do Supremo, que é prescrito.
Kali yuga é uma época de turbulência e os Rishis sempre estiveram conscientes de que as pessoas desta yuga não recorrerão a meios difíceis, elaborados, e complicados, para alcançar a liberação. Tendo isso em mente, um método simples de buscar moksha foi prescrito para eles, ou seja, Sankeerthana. O Bhagavata Purana diz que apenas de cantar o nome de “deus” e ouvirmos DO MESTRE SÁBIO, e não fake apelido hariom, o Purana, nos libertamos dos puxões mundanos e temos alguma chance de libertação.
Ou seja definitivamente era da preguiça física e mental um estado tamasiko que envolve a todos os humanos.
Diante da busca pesudo espiritual ocidental comercial é preciso sempre tentar lembrar da VERACIDADE contida nas escrituras VERDADEIRAS antes de serem manipuladas traduzidas e adulteradas pelos piratas europeus.
Todas as ideias “místicas” não na verdade da parte ocidental da religião e não da oriental.
Conceitos como céu, inferno, deus criador, data da criação, coisas que não podemos checar mas que a igreja tem as resposta é que é misticismo. Acreditar é SER MISTICO que é ser CRENTE e não questionador buscador da lógica.
Enquanto no âmbito da ciência dos Vedas, nada é místico, sem sentido e sem explicação, simplesmente porque um dos 5 pilares da ciência védica, é a EXPERIENCIA e o que não pode ser EXPERIMENTADO não pode ser chamado de cientifico e nem, e muito menos de, existente.
Até porque a própria experiência é MAYA já. Mas conceituada corretamente podemos entender a diferença.
O fato é que temos um deus velho barbudo que ok, seres alados que são praticamente verdadeiros de tão latentes no imaginário ocidental, mas quando se trata de Vishnu, é um ser exotérico? Não. São só conceitos e palavras, uns irreais e outros reais.
É só mesmo o limite da CRENÇA em fantasmas, paraísos, anos voadores que precisam tomar o lugar na lógica científica. Sem isso é impossível compreender a lógica clara e limpa das escrituras.
A igreja matava qualquer um que discordasse da teoria criacionista, escola americanas não estudam a evolução de Darwin porque ela é uma TEORIA já furada, mas contra o criacionismo da igreja que depois virou a escola.
Nada foi criado, não existe criação, é um ciclo ele é ANADI ANANTA, sem começo e sem fim.
Não existe UM deus supremo, existe que deus está em todas as formas em todas as cores em todos os nomes porque essa é a experiencia divina que acontece em nós. Nada existe lá fora, nada é criado lá fora, a vida não acontece de fora para dentro como CRE o ocidental escolarizado, ela é de dentro para fora como EXPLICA a mecânica quântica. E que ninguém entende mas agora todos são físicos nucleares capazes de saber tudo sobre a meta ciência do átomo. E haja anjo alado voando no meio. #discenimento perdido.
E o erro da ilusão do que e místico ou religioso é ampliado pelos braços americanos de Krishna como a iskon feitos de cristãos colados do medo de UM deus e na ideia de aprender TUDO, com, UM livro. Ou como a festa crista MIX do yogananda americano que deve virar no paraíso de vergonha do estrago que a sua missão furada virou e que s[o estimula todo tipo de engano com uma missa em nome de sei la quem AMEM.
Não é tudo a mesma coisa e se você quer que seja, então aqui não é um lugar para você. Aqui temos perguntas que não querem CALAR.
E elas começam pelo COSMOS, e os Rishis maravilhosos e perfeitos deixaram esse conhecimento todo disponível para SER CHECADO e assim APRENDIDO por todos os buscadores de respostas.
Kusha era um dos Rishis filhos de Sage Vyasa. E ele nos conta sobre os GRAHAS no Srimad que NÃO É A MESMA COISA QUE O geeta geeta geeta...
Para o sistema solar que é o principio da prisão enganosa das ilusões é convencer você pela imagem do sistema solar que o Sol está parado. MAS definitivamente ele não está.
O que nos leva ao #discernimento de que, fomos enganados desde JAGGANATH até o movimento das orbitas todas.. não é NADA do que te ensinaram como VERDADE o que se passa no céu. Tipo nada mesmo, tudo errado.
“O Senhor Viṣṇu, que é a fonte de conhecimento e bem-aventurança transcendental, assumiu a forma de Śiśumāra no sétimo céu, que está situado no nível mais alto do universo.
Todos os outros planetas, começando com o sol, existem sob o abrigo deste sistema planetário Śiśumāra.”

ASTRONOMIA VÉDICA
Canto 5 srimad Bhagavatam ou Bhavagad purana.
Capítulo 22 :
O movimento dos planetas e seus efeitos considerados
(1) O rei disse: 'Vossa Senhoria descreveu como o deus mais poderoso do sol se move ao redor do Monte Meru e Dhruvaloka deixando-os ao seu lado direito, e que ele, com os diferentes signos do zodíaco bem na sua frente, deixa-os à sua esquerda.
O que devemos pensar sobre isso? '
(2) Para isso ele [ S'uka ] afirmou claramente: 'Assim como o que se vê com os movimentos de pequenas formigas girando em uma roda de oleiro, que por causa de suas mudanças de posição experimentam uma orientação diferente, tal diferença pode tb ser observada com o movimento do sol e dos planetas em relação a Meru e Dhruvaloka [o monte central de estrelas e o centro da galáxia] . Com as estrelas se movendo ao redor [daquele centro], as duas estão localizadas em seu lado direito, mas por causa dos movimentos individuais dos planetas conduzidos pelo sol sobre aquela roda giratória do tempo, o sol e os planetas que são observados em diferentes mansões e constelações são evidentemente de outro progresso.
(3) Ele, (SURYA)o condutor solar do tempo, esta Pessoa Original suprema e poderosa, que é o próprio Nârâyana , o Super atma dos três princípios védicos, que está lá para o benefício e purificação cármica de todos os mundos, é a causa buscada por todos, conhecimento puro e védico. Ele divide o ano, como acha adequado, em suas doze partes e organiza as seis estações começando com a primavera com suas diferentes qualidades.
(4) As pessoas aqui, que em relação ao triplo do conhecimento védico seguem o mais alto ou mais terreno padrões das orientações de status [de varna e âs'rama ], alcançam sem dificuldade o benefício final da vida quando O adoram cheios de questões, com atividades rituais e crescem na ciência de unir suas consciências [no yoga].
(5) Ele agora, o Atma de todos os mundos, que [na forma do sol] entrou na roda do tempo em uma posição entre o céu e a terra, passa pelas doze divisões do ano residindo nos meses que são nomeados após os signos do zodíaco. Os estudiosos ensinam que eles [de acordo com a lua] são divididos em metades claras e escuras ou quinzenas e que, seguindo suas instruções, as seis porções de sua órbita, chamadas ritu ou estação, calculadas para as estrelas, cada uma cobre, duas constelações e um quarto [assim se fala de doze ou mais constelações].
(6) T também dizem que o período de tempo em que o sol se move pela metade [visível] do espaço exterior é chamado de ayana .
(7) O tempo que a passagem do sol leva para percorrer ambas as esferas acima e abaixo, acelerando devagar, rápido ou moderado, está nas descrições dos estudiosos, discutido como um Samvatsara, um parivatsara, um idâvatsara, um anuvatsara e um vatsara.
(8) Pela lua iluminada pelo sol que está situada a cem mil yojanas [astronomia: ± 385.000 km] acima da terra e está se movendo muito mais rápido que o sol, no decurso de um mês, dois 'períodos de quinze dias', é percorrida uma distância que leva o sol um ano inteiro, e em dois dias e um quarto, descreve uma distância que leva o sol um mês, e é em um dia uma parte do céu percorrida que o sol cobre em quatorze dias.
(9) A lua, mudando suas fases, cresce até a parte iluminada da lua que é dos semideuses e mingua até a parte escura da lua que é dos ancestrais. Em cerca de trinta muhoortas, ou um dia inteiro, cada vez que passa por uma das mansões lunares, ou nakshatras, ela com suas crescente e minguante, constitui a divisão dos dias dos deuses e das noites dos antepassados, de todas as diferentes entidades vivas. Assim, é considerada jeeva, ou essência da vida.
(10) Esta lua com todas as suas dezesseis partes shodas'akala, é descrita pelos estudiosos como a Pessoa Suprema, a divindade predominante da mente, a fonte de poder de todos os alimentos, que representa todo prazer na vida. Ele é considerado o refrescante, onipresente sopro da vida (prâna) de todos os semideuses, ancestrais, seres humanos e todas as outras entidades vivas como os mamíferos, as aves, os répteis e as plantas. (NÃO É KRISHNA. Não está escrito Krishna em nenhum lugar do texto que é científico e não religioso)
(11) Mais de duzentos mil yojanas atrás da lua, há girando com Meru à direita, as muitas estrelas que pelo Supremo Controlador foram ligadas a roda do tempo, as vinte e oito mansões lunares, incluindo Abhijit.
(12) A uma distância de duzentos mil yojanas lá sobre sobre o centro da estrela ou o sol; (astronomia) a uma distância de 107 milhões de km está Us'anâ ou Shukra (Vênus), o planeta que pode ser visto indo à frente, atrás e girando junto com o sol com a mesma velocidade, lentidão ou velocidade moderada. É de todos os planetas aquele considerado como sempre exercendo uma influência favorável na forma de chuva; ele por seus movimentos neutraliza a influência de planetas que obstruem a chuva.
(13) Mais duzentos mil yojanas atrás de Vênus (astronomia) 57,9 milhões de km do sol, assim se explica, está situado Budha (Mercúrio), o filho da lua. É tão bom enquanto trabalhar auspiciosamente, mas durante o tempo em que não está se movendo junto com o sol, quase sempre há um aumento de condições assustadoras como correntes de ar, céu fechado e condições de tempestade.
(14) A duzentos mil yojanas fora de nossa órbita também encontramos Angâraka ou Mangal (Marte) a cerca de 228 milhões de km do sol (astronomia).
Se não faz uma curva retrógada, passa três quinzenas cada, um após o outro os doze signos do zodíaco. É tão bom como um planeta desfavorável causando problemas.
(15) Duzentos mil yojanas fora de Marte (astronomia) 778,3 milhões de km do sol encontra-se o planeta mais poderoso, Brihaspati ou Guru [Júpiter] que, se não fizer uma curva retrogrado, leva um ano ou um parivatsara para mover através de uma única constelação. Quase sempre acaba funcionando a favor da família dos brâmanes.
(16) Duzentos mil yojanas atrás dele está situado S'anais'cara ou Shani (Saturno), 1,43 bilhão de km do sol, (astronomia) que, leva um período de trinta meses para percorrer um único signo do zodíaco. Sendo tão lento, leva um número igual de anos 30 anuvatsaras para cobrir todos eles. Isso significa quase sempre um monte de problemas para todos.
(17) A 1,1 milhão yojanas além daquele planeta estão situados os sete grandes sábios (Rishis) representados pelas sete estrelas da Ursa Maior, que sempre consideram a boa sorte dos habitantes de todos os mundos. Eles circundam no sentido horário a morada transcendental do Supremo Senhor Vishnu, o centro das estrelas.





Comentários