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A força imensa e invisível que rege, ordena, e evolui, o cosmos todo..............

  • Foto do escritor: Suô
    Suô
  • 5 de fev. de 2022
  • 7 min de leitura

Atualizado: 6 de fev. de 2022

não é Deus................É A MATEMÁTICA
o ZERO, e o conceito do NADA é, o fundamento básico da possibilidade de se contabilizar qualquer coisa no universo.

....e você... aprendendo sobre a importância da invenção da roda? Mas nada, sobre a importância do ZERO. afinal, ele não é nada.


O número é prakriti a natureza. toda a natureza é consciente do numero. Todos os animais da natureza sabem contar, sejam ovos sejam filhotes e não 'perdem a conta'.

A matemática está na forma e está no som, ela é a cor e é o ritmo, A necessidade de entender o ritmo criou a matemática algorítimica, e a matemática criou o ritmo, que é o criador do universo. O universo é um só ritmo, um só pulso, um só prana.


A necessidade de entender o cosmos criou a matemática geométrica, da qual o animal também é consciente, capaz de regular distâncias, proporções e direções podendo voltar ao mesmo exato lugar em que deixou os filhotes. e capaz de criar elaborados projetos arquitetônicos de moradia inclusive conscientes das condições climáticas do local escolhido, não é pouco senso matemático e ele nem precisou da escola determinista pra isso.

Índia tem a mais antiga e longa tradição histórica, do seu fascínio pelos números.

Nascida na Índia antiga, a matemática era considerada uma das mais altas ciências. Há uma declaração no Vedanga Jyotisa, que proclama: “Como são as cristas de um pavão, como são as pedras preciosas de uma cobra*, colocadas no lugar mais alto do corpo, a testa, assim é a matemática (Ganita) a cabeça de todos os Vedas e Shastras.” A citação sugere um conceito reverente, quase elitista, da matemática na Índia antiga.


#suoexplica * as pedras preciosas da cobra, para os ignorantes é o sinal que a Naja leva atrás da cabeça. Ciência védica para quem pensa sobre o que lê, porque você podia ter chegado a essa conclusão sozinho, se tivesse questionado...-como 'pedras preciosas de cobra'..isso não existe, então, está falando de algo lógico que eu preciso entender.... e assim, se CONSTRÒI o conhecimento..


Em outra declaração encontramos: “Para que falar muito. Qualquer objeto que exista neste mundo móvel e imóvel, não pode ser entendido sem a base da Ganita (Matemática)”.


Em sânscrito, Ganita significa literalmente a ciência dos cálculos que geralmente eram feitos em uma tábua (pati) com um pedaço de giz ou na areia (dhuli) espalhada no chão. Assim, nós termos Pati-Ganita (ciência dos cálculos no borad) e,

Dhuli-Karma (trabalho no pó) passaram a ser usados ​​para matemática superior. Na literatura budista antiga encontramos menção de três classes de Ganita (1) Mudra – aritmética dos dedos (2) Ganana – aritmética mental (3) Samkhyana – matemática superior em geral.


e a partir daí, já temos a enganosa lição espalhada pelo wiki-hindufóbico-pedia de que, o budismo esteja envolvido na criação do ZERO, mas isso é porque o budismo FORA da índia e feito pelos americanos nos últimos 50 anos, só fala que tudo shunya, o que quer dizer que, tudo se torna nada, e ai, esse apego ao termo, e a mediocridade da compreensão, SEM QUESTIONAMENTO, levam automaticamente tudo que 'zunya' é budista... assim como o zen é japonês e não hindu e a mediocridade da compreensão do ' é tudo a mesma coisa' acha que zen é igual a Om. e pior que psicologia freudiana abraamika é a mesma coisa que a lição do Rishi e que A Vênus é a mesma coisa que Shukracharya.... longe e afastados da verdade.

Primeiro os filhotes depois a musica e depois, a matemática. Mas ha milhares e milhares de anos, poderíamos dizer milhões.. a humanidade, já descobrimos, é bem mais antiga do que a lição que é até hoje ensinada na escola, dos 6000 anos a/C, da criação do UNIVERSO por deus em 7 dias.

A matemática é a euforia da índia, que tem o sânscrito que busca somente a lógica da vida e não a total falta dela, como é a mente ocidental. Os alunos na india não tem permissão para calculadoras porque eles recebem conhecimento e não dependência da maquina. resultado? Se você pergunta qual é a raiz quadrada de 2923 para o indiano, ele começa a calcular enquanto o ocidental entra em pânico. liberdade é SABER. ignorância dá MEDO. sempre foi assim e sempre será.

O termo Sulvasutra significa “as regras do acorde”; é o nome dado aos suplementos dos Kalpasutras que explicam a construção das yagyas védicas do sacrifício do fogo.

Uma declaração no Sulvasutra de Baudhayana descreve as formas e a genial geometria envolvida na forma:

“Em um Deerghchatursh (retângulo) o Chetra (Quadrado) de Rajju (hipotenusa) é igual à soma dos quadrados de Parshvamani (base) e Triyangmani (perpendicular).”


Isso é, o que é ENGANOSAMENTE ensinado na escola europeia, e por tanto conhecido do mundo, pelo wiki-mentira como, "o teorema de Pitágoras o plagiador". Isso prova que os SÁBIOS védicos tinham conhecimento do teorema QUE NÃO É de Pitágoras, pelo menos já no século VIII Antes de Cristo. enquanto existem ZERO provas para o teorema ser de pitagoras, mas não pode questionar a escola assim como não pode questionar a igreja que coloca nome da santo da própria escola. então você criança inocente lá atrás ...acredita...decora...repete....sem saber se é verdade ou mentira. é crença cega na igreja e na escola e isso foi o fim do discernimento.

O Apasthamba Sutra fornece um valor para a raiz quadrada de 2 que é preciso até a quinta casa decimal.

...Enquanto na europa os padres matavam quem desafiasse a verdade de que a terra era o centro do universo, claramente sem conhecimento astronômico porque era ainda ignorantes da matemática.

Apasthamba Sutra também olhou para os problemas de quadratura de um círculo. No entanto o mais antigo documento encontrado na Índia em que consta o zero, testado por radio carbono foi datado entre 885- 993 Antes de cristo. são 1000 anos antes do ano ZERO. considerado pela "ciência" ocidental, mesmo que marque apenas o nascimento de UMA certa pessoa, um tanto historicamente incerta.

Somente milhares de anos depois, Galileu teve acesso a matemática védica, quando disse: “Ele (o universo) está escrito na linguagem da matemática, e seus caracteres são triângulos, círculos e outras figuras geométricas, sem as quais é humanamente impossível entender uma única palavra; sem isso, a pessoa está vagando em um labirinto escuro.”

Apenas mais um plágio do hinduísmo pelo furto ocidental. mentiras sobre a sabedoria europeia, que sempre foi a mais atrasada de todas.



O ZERO


Só foi possível de ser compreendido, diante de uma das mais corajosas perguntas que só os buscadores de Bharat seriam capazes de fazer A SI MESMOS.

"SERIA O NADA TAMBÉM ALGUMA COISA?

corajoso né?

e seguir com esse questionamento internamente até o fim.. até o ZERO, até o Shunya, até a clareza.

E sim, o ZERO ou NADA é muita coisa. A morte é um zero e ela é alguma coisa. O Sono é zero ou NADA, mas também é alguma coisa.


Até mesmo nas escolas da Índia, que como nós, foi colonizada pela escola cristã ocidental, eles aprendem que o ZERO é hindu e que faz parte do conhecimento milenar das suas escrituras, mas, por anos eles tem sido ensinados que isso aconteceu em tempos recentes, então a verdade é que só sabemos que o ZERO sempre esteve na índia, seja pelo sânscrito zunya, seja pelo simples ponto que o representava nas contas dos mais de 9 filhos, seja pelo algarismo hindu que os invasores árabes espalharam pelo mundo, muito antes da escrita, do papel, do registro, e antes, mas muito antes, de um tal e incerto pitágoras que ninguém nem sabe exatamente onde nasceu e nem quem era aparecer na mídia como grande matemático EUROPEU.


Agora o que se aprende sobre o 'zero' hoje em dia é sobre BRAHMAGUPTA:

"A introdução do zero (0) na matemática, que significava “nada”, foi a maior contribuição de Brahmagupta. Ele também explicou como encontrar o cubo e a raiz cúbica de um inteiro e deu regras que facilitam o cálculo de quadrados e raízes quadradas."

O que é amplamente encontrado em livros didáticos na Índia é que um matemático e astrônomo, Aryabhata, no século 5 usou zero como um marcador de posição e em algoritmos para encontrar raízes quadradas e raízes cúbicas em seus tratados em sânscrito." pronto o resto é sobre o tal pitágoras mesmo e em mais duas gerações essas verdades também vão DESAPARECER em kali yuga... to avisando... tem que correr atrás da verdade, porque a mentira comercial corre atrás de você com a ganancia que só os asuras podem ter. rs


“O grau de sofisticação com que Aryabhata apresenta o número de revoluções feitas pelos planetas aponta claramente para o fato de que os indianos já haviam desenvolvido até então um conhecimento prático do zero e do sistema de valor posicional”, e isso porque Rupa (a forma) é o cosmos e a necessidade de entender os grahas e a via láctea que nos cerca, cria a matemática e o calculo das gigantes distâncias envolvidas,

por exemplo... um universo criado há 6000 anos só poderia ter objetos, ou astros ha 6000 anos luz de distancia, e 6000 anos luz não é literalmente NADA, shunya, perto do tamanho do universo. religião não é ciência é contra a ciência. o hinduísmo é A CIÊNCIA explicada por algo que nos foi ensinado era religião. mas só porque você acha que a palavra inventada pelo homem 'átomo' é mais "científico" que o termo sânscrito 'ANU' a menor partícula, de onde aliás.. Einstein tirou toda a sua teoria. mas isso a escola não tem interesse que você saiba, adorar a europa é a lição primeira envolvida em todas as matérias. sobre invasores armados, com medo dos nativos tribais do mundo inteiro, assassinos cruéis que aprendemos chegaram com presentes e espelhos, só uma criança inocente para acreditar nisso. ainda mais Se consciente de que a escola que ensina isso é do dono da fabrica das armas e dos espelhos. rs

O zero do povo Maia e seu uso, regras e enorme sabedoria envolvida é o que mais se aproxima mais do zero indiano. Os maias desenvolveram o sistema de representação numérica semelhante à representação decimal indiana, com a diferença de que eles usavam uma base de 20 e com uma peculiaridade de que o valor da segunda posição era uma base de 18. Com relação a imensa importância desse fator para o cosmos e para a matemática maia e védica falaremos depois. Os maias também usavam uma “forma de concha” vazia semelhante a uma tartaruga para representar o zero. Nada no cosmos é por acaso.

Uma vez que a base do conhecimento da forma, que é a 'realidade" da nossa existência, é a matemática, isso significa que podemos colocar lógica no cosmos, e se a grande parte é o cosmos porque a menor parte dentro do cosmos seria...ílógica?

colocar lógica no questionamento interno é a prática do discernimento e assim é a matemática, que não é Védica, porque não consta nos Vedas como lição, mas que está la também em ritmos, quantidades, processos, medidas, e tudo que precisamos dela para saber fazer e entender.

Jyotish é ASTRONOMIA e ela é matemática.

Sem conhecimento da matemática não existe conhecer o jyotish.

Sem conhecimento do Jyotish o que você recebe é mapa astral grego, interpretação grega ignorância grega e valores europeus ou seja mapa astral não é HINDUISMO e está longe distante separado e oposto a ele.












 
 
 

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